quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Ayrton Senna Durante Entrevista em Phoenix em 1990 (Vídeo)


Ayrton Senna during an interview in Phoenix in 1990.


Repórter: Ayrton, nova temporada começa, você esqueceu de tudo que aconteceu em 1989?

Senna: Esse é um bom começo para a entrevista... Eu acho que 1990 e 1990 e estamos aqui em Phoenix para correr e é isso que deve acontecer... Será uma longa temporada e muito competitiva... mais do que antes e acho que vai excitante para todos e difícil para quem busca a vitória..

Repórter: Você prefere uma temporada com equipes fortes ou apenas correr para o campeonato?

Senna: Eu acho que a competição em bom para o esporte e F1, não sempre bom para o piloto competidor mas isso faz cada vitoria mais gostosa, ou seja, pela dificuldade você tem o prazer.

Repórter: se você não amasse automobilismo você não voltaria apos os 'problemas' no inverno certo?

Senna: Sim, acho que você pode dizer isso... eu passei por momentos difíceis mas aqui estamos e vamos ver o que acontece agora...

Repórter: Na entrevista desta manhã alguém perguntou se você tinha algum sentimento e você ficou em silêncio...

Senna: O mesmo para você agora...

Repórter: Vamos falar da corrida no Brasil.... sua cidade natal... você nunca correu no Brasil certo?

Senna: Nunca corri no Brasil, somente em karts.. nunca corri em Interlagos... Eu apenas comecei a correr no Brasil na F1 em 1984 e ha era no Rio de Janeiro.... vai ser minha primeira corrida em casa e vamos ver...

Repórter: Eu já fui a várias corridas e a pista antiga de Interlagos era fantástica... e quanto a nova pista, pois você esteve lá alguns dias atrás.

Senna: A nova pista e completamente nova... não só a pista mas também as estruturas... e eu acho que vai proporcionar um bom show para todos e vai ser boa para pilotar também.... o traçado e bem legal... subidas, descidas.. curvas velozes e lentas... as estruturas para as equipes trabalhar ... tudo é muito bom e vamos ter um ótimo final de semana lá...



terça-feira, 15 de agosto de 2017

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Adriane Galisteu Brilha na Maior Emissora do País (Vídeo)


Adriane Galisteu dribla Xuxa #QuenteDaSemana @PopZoneTV


Após anos fora da Globo a apresentadora finalmente brilha na maior emissora do país na Dança dos Famosos. Andre Sank @sankreal comenta

de André Sank / segunda-feira, 14 ago 2017 19:12 PM
Pop Zone TV - popzone.tv





FONTE PESQUISADA

SANK, André. Adriane Galisteu dribla Xuxa #QuenteDaSemana @PopZoneTV. Disponível em: <http://popzone.tv/2017/08/adriane-galisteu-dribla-xuxa-quentedasemana-popzonetv.html>. Acesso em: 14 de agosto 2017.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Ayrton Senna, a Galinha dos Ovos de Ouro EM CONSTRUÇÃO

Essa série de reportagens vai abordar a fortuna que Ayrton Senna angariou durante a carreira precocemente interrompida e a herança que deixou. Esse dinheiro que de certa forma acabou se tornando um dinheiro maldito para ele e Adriane Galisteu. Acabou custando-lhes a felicidade. Foram infernizados pela família por causa desses bens. Quem lê o blog sabe a história de sofrimento dos dois para ficarem juntos. Todos tem o direito de serem felizes do jeito que escolherem ou com quem escolherem. Ayrton queria ter filhos, constituir sua própria família. A família dele ao invés de apoiá-los, só pensaram em dinheiro, foram bastante egoístas. E agora desfrutam de tudo que ele deixou. Muito injusto, mas assim é a vida. A história do Ayrton serve como uma verdadeira lição de vida.

"Família horrível! Ele amava Adriane, estava apaixonado, mas ela era pobre, o dinheiro dele era mais importante, a felicidade dele não era!" (Selma Silva, comentário no youtube, ano 2016)



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"A fama compromete a privacidade e mistura o piloto com o homem. O piloto é público, mas o homem tem direito à privacidade. Jamais escondi que o homem tem muito mais a aprender do que o piloto. O piloto é famosos, porém o cidadão é quem desfruta o dinheiro conquistado com muito suor. Eu tenho o direito de usufruir o que ganho na pista, já que me submeto às situações mais absurdas. O risco só vale pela vitória, e a vitória me leva ao sucesso e ao dinheiro para comprar avião a jato, lancha, casas no Algarve português e em Angra dos Reis. Eu e o que eu tenho são resultados do meu trabalho." (Depoimento de Ayrton Senna em 1993, extraído do livro Uma Estrela Chamada Senna)




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Viviane Senna, irmã de Ayrton


Veja, edição 1390, 03 de maio de 1995



Família de Ayrton Senna recebeu uma grande fortuna de herança e lucrou (e lucra) rios de dinheiro com sua morte




Produtos Senninha



FONTE PESQUISADA

CARDOSO, Maurício. Bons negócios e boas ações. Veja, São Paulo, edição 1390, ano 28, nº 18, p.96-97. 03 de maio 1995.


MARTINS, Lemyr. Uma estrela chamada Ayrton Senna. 1º edição. São Paulo: Editora Panda, 2001.


Revista Amiga: Haja Páginas 1994

Haja páginas

Por Nelson Rubens, Revista Amiga, edição 1277, outubro de 1994

Dos objetos que ganhou de Ayrton Senna, Adriane Galisteu, a última namorada do tricampeão de Fórmula 1, guarda com muito carinho a escova de dentes dele. A próposito: no livro que escreve sobre [ela e] Senna ela vai transcrever algumas das cartas que recebeu do piloto. E mais; a intenção desse livro, segundo ela diz aos amigos, e apagar a imagem de eterna namorada de Senna! "Eu rezo para não me esquecer da felicidade que tive ao lado dele — diz ela. Mas preciso voltar a viver. Tenho só 21 anos..."

Adriane aos 19 anos. Print da reportagem.

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No livro Caminho das Borboletas, infelizmente, Adriane não transcreveu nem reproduziu nenhuma carta de amor do Ayrton. No prefácio, Nirlando Beirão, co-autor do livro apenas descreve o vasto tesouro de lembranças que ela tem dessa linda história de amor "Este livro é resultado de trinta horas de depoimentos, gravados em Sintra, Portugal. E de um mergulho num baú repleto de cartas, bilhetes, papéis rascunhados, agendas profusamente anotadas - sim, Adriane Galisteu ainda conserva aquela doce mania de transformar suas agendas em diários teen, engordados com recortes e fotografias e recheados de divagações."



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FONTE PESQUISADA

RUBENS, Nelson. Haja páginas. Amiga, São Paulo, edição 1277. outubro de 1994.

O Suborno

Jornalistas italianos tentam subornar camareira de hotel para descobrirem detalhes sobre a intimidade de Ayrton Senna

Imagem ilustrativa

Depois da corrida (Grande Prêmio da Espanha 1993 vencido por Ayrton Senna), na sala de entrevistas do autódromo da Espanha, Ayrton encolhia-se com visível má vontade às perguntas de alguns repórteres italianos. No máximo, dava-lhes respostas monossilábicas. Pediu licença para se retirar com uma farpa com endereço certo, mas entendida por poucos: "Tenho de ir ao hotel para cuidar dos meus objetos pessoais".

Naquele momento, Ayrton tirava do freezer uma raiva de sete anos. Em 1987, no GP da Áustria, dois repórteres italianos – ele nunca revelou os nomes – aliciaram uma camareira do hotel de Zeltweg, com US$ 100, para ela fazer um relatório das coisas íntimas do piloto. Queriam saber tudo e fizeram uma lista que incluía o tipo de pijama – seda, algodão? –, cor das cuecas, meias, marca da loção, pasta de dente, creme de barbear, perfume, desodorante, quantos travesseiros usava e até se carregava camisinhas e, em caso de positivo, quantas.

A empregada, também italiana, mãe de um menino de quinze anos fanático por Ayrton Senna, contou ao piloto a tentativa de suborno, na esperança de ganhar um boné que fora um pedido do filho. Ayrton autorizou-a a aceitar o dinheiro e fazer o relatório aos curiosos repórteres. O relato foi decepcionante do ponto de vista jornalístico. Admirada com a organização do piloto, a arrumadeira ressaltou a ordem das roupas, organizadas em gavetas, por peças e tipo, e o pouco que havia para arrumar no quarto. Quanto a preservativos, ela não informou porque não quis violar o estojo íntimo do hóspede.

Na segunda-feira, antes de partir, Ayrton chamou a camareira e, além do boné, de algumas miniaturas do capacete e de três camisetas com seu autógrafo, deu outros US$ 100 à cúmplice.

Ayrton Senna era muito reservado e sempre protegeu a vida pessoal dos curiosos


FONTE PESQUISADA

MARTINS, Lemyr. Uma estrela chamada Ayrton Senna. 1º edição. São Paulo: Editora Panda, 2001.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Alto Giro Blog Avista Honda NSX de Ayrton Senna Rodando Por São Paulo (Vídeo)

[Alto-Giro Avistamentos] Honda NSX de Ayrton Senna

Honda NSX


O post de hoje serve para mostrar para certas "publicações especializadas" o que é um um Honda NSX de verdade, ao contrário do que foi publicado na reportagem mostrada recentemente no post aqui do Alto-Giro.

Tive o imenso prazer de avistar esse espetacular esportivo nipônico rodando nas ruas, em um dia ensolarado normal na capital paulista. Ainda bem que eu não o confundi com um reles Mitsubishi 3000 GT! Muito pelo contrário, tive o prazer imenso de reconhecê-lo como um NSX muito especial.

Sob o apelido de "Ferrari Japonesa" atribuído por muitas dessas "publicações especializadas", esses esportivos por si só já são uma atração à parte, muito raros em ruas brasileiras, e muito especiais em qualquer lugar do mundo.


Mas este, além disso tudo, é talvez o Honda NSX mais valioso do mundo inteiro, e que guarda os sentimentos e a história do automobilismo do nosso país inteiro nele:
Este veículo de placa BSS-8888, senhores, é nada menos do que o Honda NSX que pertenceu a Ayrton Senna da Silva.



Nosso lendário piloto possuiu este exato Honda NSX preto, que eu tive o privilégio de filmar e fotografar, em plena Marginal Pinheiros. Pelo fato deste carro ainda ser patrimônio da família Senna, creio que seus ocupantes possam ser da mesma linhagem do nosso eterno campeão. Me sinto um grande privilegiado pelo simples fato de poder ter rodado ao lado do carro que tantas vezes levou Ayrton em corridas citadinas.



O projeto NS-X foi idealizado em 1984, tendo como objetivo, elevar a imagem da Honda com a criação de um novo esportivo que equivalesse ou excedesse o desempenho da Ferrari 328. Esse objetivo foi revisado, já que no final do projeto a Ferrari 328 foi substituída pela 348, passando ser este o novo alvo da Honda.
Além de ser superior ao esportivo de Maranello, o Honda deveria oferecer a confiabilidade japonesa e preço de entrada menor. Daí veio o tão famoso apelido de "Ferrari Japonesa". Mas a Honda pretendia que a "sua Ferrari" fosse superior às Ferraris propriamente ditas, e para isso, tinha uma carta na manga tão preciosa, que só ela tinha esse recurso no mundo: Ayrton Senna da Silva.

Sendo a fornecedora de motores para a equipe Mclaren, que levou Ayrton ao tricampeonato mundial de Fórmula 1, a Honda tinha em mãos o maior piloto de todos os tempos à disposição, e não desperdiçou essa oportunidade para refinar o acerto de seu novo esportivo. No projeto NS-X, o carro teve o privilégio de ter seu chassi, motor e suspensão acertados pelos sentidos ultra-aguçados do nosso gênio tricampeão, que convenceu a engenharia a enrijecer o chassis após testes severos com protótipos no circuito de Suzuka. Tal feito pode ser apreciado e admirado no vídeo abaixo. É de tirar o fôlego a tranquilidade como Ayrton conduz o carro, mostrando como seus limites são muito superiores aos do carro.


Assim, após intenso e longo desenvolvimento, a Honda lançava em 1990 seu novo superesportivo de motor central-traseiro, já devidamente nomeado de NSX (sem o hífen de NS-X que nomeava o projeto, de New Sportscar Experimental).
Extremamente avançado, utilizava massivamente o alumínio na sua estrutura, sendo o primeiro carro de produção a utilizar o chassi todo feito deste leve material. Aplicava a elegante e elaborada suspensão de duplos braços sobrepostos (double wishbones) em todas as rodas, fazia-se uso de bielas de titânio, de alta resistência, para permitir que o motor girasse livremente até altas rotações, sendo o mesmo controlado pelo consagrado sistema de variação de abertura de válvulas VTEC da Honda. A Honda superava a Ferrari nas pistas, e agora desafiava-a nas ruas.

E como agradecimento, a Honda presentou Ayrton Senna com dois exemplares do NSX, sendo que o único que permanece na família é este exemplar preto de 1993. As letras da placa BSS-8888 era em homenagem às iniciais Beco (um apelido de infância) Senna Silva, e os númerais 8, eram em referência ao ano de 1988, que Senna conquistou pela primeira vez o título de campeão mundial de Fórmula 1.
Na época, com o custo do uso extensivo de fibra-de-carbono ainda mais proibitivo do que hoje em dia, a Honda conseguiu um grande feito ao manter o baixo peso do NSX, graças ao alumínio. Assim, com um desenho futurista, um V6 3.0L controlado pelo sistema VTEC com 274 cv @ 7100 rpm, e 30 kgmf @ 5300 rpm instalado na posição central-traseira de um conjunto que somava apenas 1350 kg, o NSX colocava a Honda no rarefeito mundo dos fabricantes de supercarros. O NSX passava a ser, provavelmente, o único esportivo japonês categorizado popularmente como um "superesportivo". Talvez o único esportivo japonês antes dele tenha sido o raríssimo e belíssimo Toyota 2000GT. E hoje, quem sabe, o ultra-capaz Lexus LFA.



Ao longo de sua longa jornada, o NSX não teve alterações significativas - somente uma remodelação leve em 2002, junto com motor 3.2 L um pouco mais potente. E suas vendas nunca foram muito expressivas. Mas seu objetivo já havia sido plenamente alcançado: mostrar que a Honda era capaz sim, de fazer uma Ferrari melhor que os próprios italianos.
Apesar de abandonar os entusiastas, como há muito a Honda vem fazendo, já não fazia mais tanto sentido melhorar o NSX, já que os benefícios de imagem a Honda já havia alcançado, e o projeto não traria mais lucros pra empresa devido ao caro processo de desenvolvimento.

É com um misto de nostalgia e saudade, que encerro esse post. Afinal, não é todo dia que me deparo com um pedaço da história automotiva mundial, quanto mais sendo este também um pedaço da história automobilística nacional. Gostaria de prestar minha homenagem a este campeão que deixou tantos órfãos, e que criou tantos sonhos de uma nação inteira.


- Jackson


FONTE PESQUISADA

JACKSON. [Alto-Giro Avistamentos] Honda NSX de Ayrton Senna. Disponível em: <http://alto-giro.blogspot.com.br/2011/08/alto-giro-avistamentos-honda-nsx-de.html>. Acesso em: 10 de agosto 2017.